
Quando penso em convergência digital, penso num celular que é calculadora, despertador, agenda eletrônica, minigame, máquina digital, tudo ao mesmo tempo. E, nesse caso, não gosto tanto assim da idéia.
Talvez seja um pouco de preconceito da minha parte, mas vem à minha cabeça a velha história de que não se pode ser bom em tudo. Um celular que faz tantas coisas não pode fazer todas elas bem!
Talvez seja um pouco de preconceito da minha parte, mas vem à minha cabeça a velha história de que não se pode ser bom em tudo. Um celular que faz tantas coisas não pode fazer todas elas bem!
Na verdade, ele até pode fazer, ou vir a fazer, pois ninguém duvida da evolução digital. No entanto - como disse João Elias Filho, especialista em ergonomia e desenvolvedor de novos produtos da TIM Brasil, em palestra no “Fórum ESPM de Negócios e Convergência Digital” realizado ontem no Rio de Janeiro - os celulares evoluem mas continuam com aquela interface, aquela cara de sempre. As doze teclas, o visor, aquilo tudo. Um visor, aliás, de cerca de duas polegadas. E a necessidade de se fazer o movimento de apertar teclas inúmeras vezes para escrever uma mensagem.
João Elias mostrou também que é possível assistir um filme pela tela do celular, mas quais os olhos que agüentam? E como eu leria legendas numa tela menor que a de um minigame?
O iPhone da Apple trouxe inovação nesse sentido. Mas enquanto esse “jeitão” dos celulares em geral não mudar, a popularização do uso dos telefones portáteis para outros fins que não as ligações ficará comprometida.
Por enquanto, o que espero do meu celular é que ele me permita falar e ouvir com clareza. Confesso que ele é o meu despertador pela manhã, mas isso já me trouxe problemas - quando ele descarregou de madrugada, por exemplo. Levo na minha bolsa, junto ao telefone, minha câmera digital, e mantenho um backup da minha agenda de contatos em meu computador porque o seguro morreu de velho.
João Elias mostrou também que é possível assistir um filme pela tela do celular, mas quais os olhos que agüentam? E como eu leria legendas numa tela menor que a de um minigame?
O iPhone da Apple trouxe inovação nesse sentido. Mas enquanto esse “jeitão” dos celulares em geral não mudar, a popularização do uso dos telefones portáteis para outros fins que não as ligações ficará comprometida.
Por enquanto, o que espero do meu celular é que ele me permita falar e ouvir com clareza. Confesso que ele é o meu despertador pela manhã, mas isso já me trouxe problemas - quando ele descarregou de madrugada, por exemplo. Levo na minha bolsa, junto ao telefone, minha câmera digital, e mantenho um backup da minha agenda de contatos em meu computador porque o seguro morreu de velho.
1 comentários:
Camila, obrigado pela citação da minha palestra no seu blog.
Fiz até um agradecimento no meu, joaoelias.com, que procuro manter sempre que venço a preguiça... :o)
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