Há 20% de chance de estarmos vivendo em um mundo virtual. A teoria é do filósofo britânico Nick Brostom, da Universidade de Oxford, e foi tema de artigo de John Tierney no New York Times no último dia 14.
De acordo com o pesquisador, estaríamos vivendo uma espécie de Second Life e nossos cérebros não passariam de meros circuitos integrados. Corpo feito de carne? Não, não temos. Temos silício em vez de carbono.
Para David Chalmers, filósofo da Universidade Nacional da Austrália, a hipótese de Brostom é apenas uma explicação metafísica diferente para o mundo em que vivemos. “O que quer que você esteja tocando agora – uma folha de papel, um teclado, uma xícara de café – é real para você, mesmo que seja feito de circuitos integrados, e não de madeira, plástico ou barro”. É, talvez com isso possamos ficar mais tranqüilos.
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
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