terça-feira, 28 de agosto de 2007

A melhor maneira de utilizar a Web 2.0

Empresários estão ansiosos para utilizar as redes sociais e ferramentas como blogs, que crescem rapidamente, para se aproximar dos consumidores. Participantes de um painel ocorrido no MIT Entreprise Fórum of the Northwest – entre eles representantes do Technorati, Facebook e Wetpaint – afirmam que para isso é preciso desenvolver uma estratégia de negócios. Eles deram sugestões para um melhor aproveitamento da Web 2.0:

- Defina os objetivos que seu negócio pode alcançar através da criação de uma comunidade. A grife Victoria´s Secret criou uma comunidade no Facebook voltada para a sua linha de roupas de banho “Pink”, antes mesmo de a linha ser lançada. A empresa utilizou, com sucesso, um diálogo de mão dupla para alavancar as vendas dos novos produtos;

- Não descarte automaticamente técnicas tradicionais de marketing, já testadas e comprovadas, em favor da Web 2.0. Um dos participantes perguntou para o público quantos haviam comprado produtos com base em anúncios de TV e anúncios online, e o número dos que responderam “TV” foi muito maior.

- Não se limite a iniciar uma conversa com seus clientes. Começar a falar com as pessoas é bom, mas é preciso ouvi-las também, quando elas vão até a empresa através de um blog. As pessoas tendem a confiar em suas redes pessoais de relacionamentos mais do que em qualquer empresa, então os empresários precisam mostrar que suas companhias merecem confiança dando retorno às contribuições dos consumidores.

(Fonte: Business Week)

1 comentários:

Carlos disse...

Camila, achei essa matéria no Globo online e acho que é uma nota bacana para o seu blog e para discutirmos na aula do Nino.
Abraços,
Carlos



no balcão
Consumidor virtual ainda é mal atendido, diz estudo
Plantão | Publicada em 30/08/2007 às 10h59m
O Globo
RIO - O consumidor online ainda é mal atendido, segundo revelaram dados obtidos numa pesquisa da Navita, especializada em softwares para portais corporativos e wireless. De acordo com a empresa, apesar dos US$ 314 milhões investidos em centrais de atendimento pela web em 2006 para a América Latina (dos quais US$ 150 milhões somente do Brasil, segundo a Frost&Sullivan), a qualidade dos serviços prestados pela internet não é boa.
Dos 200 serviços de atendimento virtuais analisados, nenhum alcançou pontuação máxima. Aproximadamente 48,16% ficaram num atendimento regular; 39,50% eram ruins ou péssimos; e apenas 12,34% tiveram bom desempenho.